sexta-feira, 21 de novembro de 2014
A Biblioteca de Babel
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Um
Centenas de milhares de causas e efeitos guiando centenas e milhares de seres vivos ao longo de centenas e milhares de anos. O que vive, morre. Mas, o que é morrer? O que é nascer? São dois estalos? O corpo não nasce de um estalo, o corpo é uma coisa existente antes de ser, fruto de reprodução. O corpo não morre, ele se decompõe e se transforma.
Do que é composto meu corpo? Células compostas de células de meu pai e minha mãe, que são compostos de células de meus avós: aí vai se remontando.
O que nos move - a alma - morre?
O que acontece com esse fluxo, essa chama? Vai para outro? A alma é reciclável? Nada some!!! Minhas alma é a alma de outro que era de outro e será de outro. Minha alma é a alma do mundo. Uma só. Nada morre...
sábado, 15 de novembro de 2014
Uma reflexão sobre a educação: a dicotomia do papel da escola*
Outro ponto importante e que merece um aprofundamento nesse debate é que uma sociedade muito tecnológica não pode se pautar somente pelo progresso, somente por soluções tecnológicos porque fica reificada e presa em tal concepção. É preciso formar para se valorizar a cultura local e pesar as consequências do jogo global. Alternativas são necessárias e devem ser incentivadas.
Mídia
Mídia remelenta, fétida, suja, baixa, mesquinha, hipócrita, elitista, interesseira, marrom, covarde, sanguinárea, inescrupulosa, anacrônica, irrefletida, esteriotipada, propagandista, autoritária, vexatória, preconceituosa, tendenciosa, daninha, odiosa, policialesca, maliciosa, mau caráter, maléfica, corrompida, corrompidora, reproducionista, oportunista, desconstrutivista, raivosa, mentirosa, impetuosa, falaciosa, mequetrefe, superficial, corruptora, arrogante, sensacionalista, capitalista, enganadora, usurpadora, totalitária, inconsequente, ardilosa, manipuladora, asqueirosa, golpista, tenebrosa, chocante, hilariante, cômica, retrógrada, conservadora, sentenciosa, juiza, obscurantista, perniciosa, indecente, mau intencionada, marqueteira, poderosa, inconteste, avassaladora, desgraçada, demagoga, ideológica, subserviente, fatídica, fatalista, rancorosa, disfarçada, gananciosa, filha da puta.
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Corrupção
domingo, 19 de outubro de 2014
Mauthner e o mundo fenomênico
KANT
Coisa-em-si: substantivo - desconhecido (causa eficiente).
Relação entre coisas: verbo - desconhecido (causa final).
Fenômeno: adjetivo - qualidade que aparece.
O que está por trás da coisa-em-si kantiana? O limite da razão, do conhecimento. Só posso falar de fenômenos, embora me arrisque às vezes na coisa-em-si, ultrapassando o limite... E Mauthner? Sua intenção é recusar substantivo e verbo no uso da linguagem?
O mundo kantiano de fenômenos é um mundo "sem ação" (sen-S-ação..), porque é um mundo que "aparece", mundo de aparências. Fenômenos que aparecem são formas sem conteúdo, é uma forma sem ação.
Ao abolir substantivo e verbo da linguagem, abolimos a ação e ficamos presos em complexos sensíveis não determinados. Ficamos a mercê de complexos sensíveis em constante mutação.
No momento que uma qualidade sensível aparece como fenômeno, nesse momento temos um adjetivo. Mas o adjetivo é uma coisa extravagante que se deteriora - não permanece. O que podemos fazer com ele? Precisamos investigar.
É a teoria do conhecimento que Mauthner atinge porque o que conhecemos nos chega pelos sentidos. É por essa via que o fenômeno deixa uma impressão em nossa alma. Mas chega subjetivamente porque essa decodificação é de cada um e está em cada um. Muito embora esse conhecimento seja intelectual, tal conhecimento intelectual somente pode ser posto intersubjetivamente por um acordo: porque aceitando as diferenças. Mas defendemos, em outro momento, o conhecimento pelo verbo: conhecimento instintivo e, talvez, o mais importante. Porque na hora da situação adversa um consenso acordado será desrespeitado pela via da necessidade e sobrevivência.
O que se apresenta do caminho trilhado por Mauthner é a evolução de nossa espécie se adaptando às impressões impostas pelo mundo (darwinismo). Porque são os acidentes que se impõem a nós. Nesse sentido que a memória ganha importância, enquanto termômetro de sensações. A psicologia caminha paralelamente com esse contato com o mundo e é quando a evolução se fixa na busca do melhor caminho. Mas, parece que o melhor caminho é aquele irrefletido - sem juízo de valor.
Esse rastro de complexos sensuais e sensoriais cria uma herança humana que se baseia na memória e se expressa pela linguagem. Deslizemos nossa existência nos desviando de fenômenos indevidos.
Hannah: autoridade e conservação.
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