Mídia remelenta, fétida, suja, baixa, mesquinha, hipócrita, elitista, interesseira, marrom, covarde, sanguinárea, inescrupulosa, anacrônica, irrefletida, esteriotipada, propagandista, autoritária, vexatória, preconceituosa, tendenciosa, daninha, odiosa, policialesca, maliciosa, mau caráter, maléfica, corrompida, corrompidora, reproducionista, oportunista, desconstrutivista, raivosa, mentirosa, impetuosa, falaciosa, mequetrefe, superficial, corruptora, arrogante, sensacionalista, capitalista, enganadora, usurpadora, totalitária, inconsequente, ardilosa, manipuladora, asqueirosa, golpista, tenebrosa, chocante, hilariante, cômica, retrógrada, conservadora, sentenciosa, juiza, obscurantista, perniciosa, indecente, mau intencionada, marqueteira, poderosa, inconteste, avassaladora, desgraçada, demagoga, ideológica, subserviente, fatídica, fatalista, rancorosa, disfarçada, gananciosa, filha da puta.
sábado, 15 de novembro de 2014
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Corrupção
domingo, 19 de outubro de 2014
Mauthner e o mundo fenomênico
KANT
Coisa-em-si: substantivo - desconhecido (causa eficiente).
Relação entre coisas: verbo - desconhecido (causa final).
Fenômeno: adjetivo - qualidade que aparece.
O que está por trás da coisa-em-si kantiana? O limite da razão, do conhecimento. Só posso falar de fenômenos, embora me arrisque às vezes na coisa-em-si, ultrapassando o limite... E Mauthner? Sua intenção é recusar substantivo e verbo no uso da linguagem?
O mundo kantiano de fenômenos é um mundo "sem ação" (sen-S-ação..), porque é um mundo que "aparece", mundo de aparências. Fenômenos que aparecem são formas sem conteúdo, é uma forma sem ação.
Ao abolir substantivo e verbo da linguagem, abolimos a ação e ficamos presos em complexos sensíveis não determinados. Ficamos a mercê de complexos sensíveis em constante mutação.
No momento que uma qualidade sensível aparece como fenômeno, nesse momento temos um adjetivo. Mas o adjetivo é uma coisa extravagante que se deteriora - não permanece. O que podemos fazer com ele? Precisamos investigar.
É a teoria do conhecimento que Mauthner atinge porque o que conhecemos nos chega pelos sentidos. É por essa via que o fenômeno deixa uma impressão em nossa alma. Mas chega subjetivamente porque essa decodificação é de cada um e está em cada um. Muito embora esse conhecimento seja intelectual, tal conhecimento intelectual somente pode ser posto intersubjetivamente por um acordo: porque aceitando as diferenças. Mas defendemos, em outro momento, o conhecimento pelo verbo: conhecimento instintivo e, talvez, o mais importante. Porque na hora da situação adversa um consenso acordado será desrespeitado pela via da necessidade e sobrevivência.
O que se apresenta do caminho trilhado por Mauthner é a evolução de nossa espécie se adaptando às impressões impostas pelo mundo (darwinismo). Porque são os acidentes que se impõem a nós. Nesse sentido que a memória ganha importância, enquanto termômetro de sensações. A psicologia caminha paralelamente com esse contato com o mundo e é quando a evolução se fixa na busca do melhor caminho. Mas, parece que o melhor caminho é aquele irrefletido - sem juízo de valor.
Esse rastro de complexos sensuais e sensoriais cria uma herança humana que se baseia na memória e se expressa pela linguagem. Deslizemos nossa existência nos desviando de fenômenos indevidos.
Hannah: autoridade e conservação.
Fale Hannah:
sábado, 11 de outubro de 2014
Engatinhando na linguagem, filosoficamente
Mala: não existe a mala, existe uma mala que estou vendo agora. O nome se refere à coisa, mas não uma coisa específica, o nome se refere a uma coisa conceitual que, se existe, existe como uma forma em nosso pensamento.
Aquela mala, o que ela é? Eu não a conheço, eu a vejo porque ela aparece para mim como uma forma. Não conheço o seu conteúdo, a sua constituição. Ela é uma forma retangular e vermelha, ela ocupa um espaço. Mas consigo determinar que coisa é ela? E, sei também, que ela não é inexorável e que um dia vai se tornar alguma outra coisa qualquer.
Então, o que dizer dela? Uma coisa muito prática, para que ela serve, que pode ser muitas coisas e coisas diferentes para diferentes pessoas.
Substantivo, substância: no dicionário está cheio. Mas na realidade, cada coisa é uma coisa singular e desconhecida. O substantivo só é uma forma que eu crio para me relacionar com o mundo, ele só existe quando penso nele ou me lembro dele. Ou quando escrevo no papel. É uma representação vazia.
Adjetivo, qualidade: está em algo, caracteriza algo. Mas o vermelho da mala, aquela constituição pigmentada, não é sozinha: só é na mala ou em outra coisa. É uma pseudo substância, uma substância de nível inferior.
Verbo, ação: utilidade prática. A mala serve para guardar alguma coisa, para transportar coisas, para escorar a porta que pode bater com o vento. A mala não é uma coisa em si, ela é um composto de qualidades que aparecem em determinados momentos de uma determinada forma, de tal maneira que eu consigo identificá-la. Mas a mala só é mala pelo que se presta a ser e enquanto pode ser aquilo que se presta.
Ficaremos tateando na linguagem: o substantivo vazio, o adjetivo que neles aparece e o verbo que pragmaticamente faz. Parece melhor me orientar pela linguagem do verbo.
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Few words about marxism
With the capitalism, the job's kind has changed.
Men work in places that are not their places and where they are not familiar. Men produce objects that they don't know what they are.
When you see a factory's production line, it reminds you a Charles Chaplin film. A man participates in a little part of the whole and he doesn't see the totality. This is the alienation. The alienation of the job. The alienation of the job's result.
But, what's the job's result? It's the product, i.e., goods. A product is a strange object because it has a value. We can exchange it, exchange it by any other.
This value seems to be natural, but it isn't. This product with value is known as fetichism. But its value is produced by whom? It's produced by the labor of the man: the abstract labor... And everything can (and need to) be sold. Even our labor!!!
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Marx para jovens.
Marx e o entender, entender o que for possível de sua filosofia (embora existam certas teses de que ele rejeita a filosofia). O materialismo histórico, a luta de classes, a ideologia de dominação, a alienação e a segunda natureza do trabalho, o fetichismo da mercadoria, as relações de produção e forças produtivas. Quanta coisa !!!